Susana Rodrigues


NOÇÕES BÁSICAS

Posted in Quercus por Susana Rodrigues em 18 de Dezembro de 2009
  1. 1.      350 – O NÚMERO

350 partes por milhão é o número que muitos cientistas, especialistas em clima e governos progressistas consideram agora ser o limite superior de segurança para a quantidade de dióxido de carbono na nossa atmosfera. Segundo especialistas (entre outros, Jim Hansen da NASA), nos últimos 300 anos, com a utilização do petróleo e do carvão, os níveis de dióxido de carbono passaram das 275 p.p.m. (partes por milhão) para as actuais perigosas 389 p.p.m. É necessário voltar ao valor de 350 p.p.m. antes que as consequências do aquecimento global atinjam proporções irreversíveis.

O acelerado aquecimento do Árctico e outros impactos climáticos precoces levaram os cientistas a concluir que estamos já acima da zona de segurança com as actuais 387 ppm, e que a menos que consigamos regressar rapidamente às 350 ppm neste século, arriscamo-nos a atingir impactos irreversíveis, como é o caso do derretimento da placa gelada da Gronelândia e à libertação em massa de metano derivada desse derretimento.

1.1.  350.ORG – A ORGANIZAÇÃO

Fundada pelo autor e ambientalista Bill McKibben, 350.org é a primeira campanha global de bases em larga escala contra as mudanças climáticas. Entre os seus apoiantes contam-se cientistas de topo, os governos de 89 países, e uma grande variedade de ONG de ambiente, saúde, desenvolvimento e religiosas. Todos concordam que os actuais níveis atmosféricos de CO2 – 390 partes por milhão – estão a danificar o planeta e os seus povos mais vulneráveis, e que a acção dos governos na conferência de clima em Copenhaga é indispensável para baixar rapidamente o nível de carbono da terra.

Para poder parar as alterações climáticas temos de agir rápido, e em conjunto – e 2009 é um ano absolutamente crucial. Em Dezembro, os líderes mundiais vão-se reunir em Copenhaga, na Dinamarca, para conceber um novo tratado global sobre redução de emissões. O problema é que o tratado actualmente em jogo não faz jus à severidade da crise climática – não passa no teste dos 350.
Para unir o público, os média, e os nossos líderes políticos em torno da nossa meta de 350, usámos a Internet para coordenar o dia internacional das alterações climáticas, o 24 de Outubro de 2009.

1.2.  24 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL DAS ACÇÕES CLIMÁTICAS

Decorreram acções em centenas de lugares emblemáticos por mundo todo – desde o Taj Mahal à Grande Barreira de Coral, passando pela sua comunidade – e transmitir uma mensagem clara para os líderes mundiais: as soluções para a crise climática têm de ser iguais, de ter a ciência por base, e de estar a par da dimensão da crise.

Se um movimento internacional de bases responsabilizar os nossos líderes, comprometendo-os com as mais recentes descobertas científicas na área do clima, poderemos começar a transformação global de que precisamos tão desesperadamente.

 

1.3.  ACÇÕES EM PORTUGAL – GAIA E LISBOA

350 em Gaia

Gaia 24 de Outubro

Em Portugal, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza – é a principal apoiante desta campanha, e está encarregue de organizar várias manifestações ao longo de todo o território nacional.

Em Portugal as principais acções decorreram no Porto e em Lisboa. Na cidade invicta, a ponte D. Luís foi cenário de concentrações de um grande número de pessoas incluindo desportistas, que a tomaram como ponto de partida para percursos de bicicleta, caminhadas, regatas de barco à vela e canoagem. Em Lisboa, a principal manifestação teve lugar junto ao Padrão dos Descobrimentos, onde as pessoas se juntaram para tirar um foto colectiva formando um grande “350”. Por todo o país foram realizados outros “movimentos 350” tais como concertos, recolhas de lixo, auditorias sobre energia e conservação da natureza, plantações de árvores, etc.

Decorreram estas acções, em especial no dia 24 de Outubro, mas a campanha continua e a qualquer hora, em qualquer parte do mundo, qualquer pessoa pode fazer a sua própria acção 350.

1.4.  ACORDO DE COPENHAGA

Num futuro próximo, em Dezembro de 2009, vários líderes internacionais irão reunir-se na Dinamarca para discutir o futuro do planeta e tentar chegar a um consenso no Acordo de Copenhaga. Questões ambientais e sociais serão postas em cima da mesa, com o intuito de elaborar uma nova estratégia, na qual todos os países envolvidos participem, de modo a atingir uma nova meta.

A 350 apela a que este acordo vá de encontro às necessidades actuais do nosso planeta. É importante que os líderes governamentais saibam que os cidadãos de todo o mundo estão atentos e a par do perigo que a Terra enfrenta, e tomem medidas eficazes.

Crítica pessoal à obra “O Condomínio da Terra” de Paulo Magalhães

Posted in Quercus por Susana Rodrigues em 18 de Dezembro de 2009

“Todas as revoluções não acontecem na natureza, mas na história do pensamento humano.”

Se se pode dizer há quanto tempo o Homem se tem vindo a auto-destruir, foi exactamente a partir do momento em que se tornou o centro das atenções. Na história da humanidade existem três importantes mudanças do pensamento humano. Primeiro vivia-se segundo o Geocentrismo – o Homem vivia em paz e harmonia com o que a Terra lhe dava; a pouco e pouco foi-se dando mais importância a Deus e ao que era sua obra – Teocentrismo. Na Idade Moderna nasce uma nova maneira de encarar o mundo e impõe-se à anterior… começava assim o antropocentrismo. Deus deixa de estar no centro do universo para passar a ser o Homem a ocupar esse lugar, sendo que segundo esta concepção a humanidade deve permanecer no centro do entendimento entre os homens.

É importante esclarecer isto, porque tal como Paulo Magalhães afirma: “O problema não é do ambiente mas da adaptação do Homem a ela.”, ou seja, o que se pode fazer numa tentativa de salvar o planeta é mudar urgentemente a relação entre humanos. Não importa saber quantos graus aquece ou em quanto tempo aquece porque isso nunca se vai saber ao certo. O mais urgente é chegar a um consenso.

Soberanias

Habitando numa sociedade baseada no “conhecimento segmentado”, com várias áreas de intervenção social há falhas nas interligações, os erros tornam-se imperceptíveis e não se pode atribuir a culpa a uma delas, mas sim a todo o sistema humano – o erro está nos elos de ligação.

O sistema humano dividiu o planeta em soberanias estabelecendo fronteiras imaginárias, que a poluição atravessa porque, como se disse não passam de imaginárias. O problema é quando se confunde as abstracções que criámos com o que já cá estava – “Não podemos confundir espaço aéreo com atmosfera, não podemos confundir zona económica exclusiva com oceano”, explica o autor, defendendo a criação de um modelo que olhe para atmosfera, a hidrosfera e a biodiversidade como bens comuns.

O Homem (ou a maioria) só se preocupa com as organizações de grupos humanos, cada um com os seus interesses e esquece-se da realidade física e biológica do planeta e das interligações que sustêm este elo entre todos os homens, que é a Terra.

O autor defende que temos que dar uma nova dimensão às divisões jurídicas: “um direito dos homens, pelos homens, para os homens.”, ou seja, não dominar, mas dialogar e negociar de iguais partes.

Os três sistemas

O Homem vive inserido em sistemas como a biosfera – que inclui hidrosfera, seres vivos, e em que a espécie humana interage entre si e o ambiente; e a sociosfera – sistema artificial de instituições criadas pelo próprio ser humano, e como tal tenta encontrar um equilíbrio entre estas, fazendo-as interagir.

Para o funcionamento entre estes sistemas, o Homem acabou por criar um outro – tecnosfera – uma plataforma que inclui a ciência e a tecnologia: criados para descobrir, perceber e evoluir no que toca à biosfera e à sociosfera, ou seja, à relação com a natureza e entre humanos.

A tecnosfera acabou por se tornar um mal necessário, uma vez que, ao mesmo tempo que nos ajuda a conhecermos o mundo que nos rodeia (e a nós próprios), acarreta um forte impacte ambiental. Os recursos naturais são “usados e abusados” e acabam por se transformar em material não degradável, o que destrói aquilo para o qual trabalharam. E a sobrevivência da biosfera depende do equilíbrio entre estas três esferas.

Ou seja, o problema actual é o desajuste entre as interacções destes sistemas, consequência do problema primário – o desajuste nas relações humanas. 

 

 

Natureza pensada e materialismo

A natureza que o Homem conhece, o autor chama de “natureza pensada”. O Homem, muitas vezes, pensa que controla a natureza mas, repare-se nos números: com cerca de 8.000.000 anos e 1.800.000 espécies. O ser humano não conhece metade das espécies existentes no planeta. O autor defende que esta é real, e não o que o homem pensa que ela é, só pelo simples facto de que não é obra sua. Se a situação se mantiver e nada se fizer para inverter, num futuro próximo será a natureza a ditar as relações humanas, ao contrário do que o homem pensa e do que tem sido até aqui.

Da mesma forma, a biosfera desde sempre foi globalizada e interdependente. O Homem foi descobrindo o que a natureza sempre soube. Tudo já lá estava, as coisas não começaram a acontecer quando ele as descobriu.

As alterações climáticas também estão em marcha e a aproximar-se de um ponto irreversível; não estão à espera que o homem descubra os seus efeitos para acontecerem.

A natureza é muito maior do que o Homem e é escusado tentarmos ser donos dela. De qualquer forma, acho perfeitamente natural que este a queira explorar e conhecer o máximo possível.

 E agora estou a falar contra mim mesma (e contra todos da minha espécie), porque para explorarmos a natureza (e imaginemos uma simples escalada ou um mergulho) precisamos de recorrer aquele sistema que nós próprios criámos: a tecnosfera. Para fazer um simples mergulho ou uma escalada precisámos de material – material esse fabricado a partir dos recursos naturais. E o problema não é a utilização dos recursos em si, mas os conceitos de exclusividade, de identidade, de domínio e controlo que estão cada vez mais presentes na vida do homem e fazem com que este seja cada vez mais materialista.

O materialismo resulta sempre em excesso – cada pessoa compra o próprio fato de mergulho mesmo que possa alugar, o próprio material de escalada para ser melhor do que o do outro, conduz o próprio carro mesmo que tenha sempre lugares vagos e o vizinho que faz o mesmo trajecto também.

São estas pequenas excentricidades, esta busca pelo conforto e pelo fácil que fazem com que em todo o mundo toda a gente cometa os mesmos erros. Não nos entendemos em relação ao nosso maior interesse mas agimos de forma imitativa no que toca a futilidades.

Repensar o modo de pensar

O Homem tem que repensar a sua forma de pensar o mundo. Porque falhámos até aqui? Se alguma coisa escapou, está na altura (e já vamos atrasados) de repensar para poder começar a agir o mais rapidamente possível.

Paulo Magalhães afirma que o Homem tem consciência da existência de conflito mas não entendeu ainda a origem do mesmo. Daí o “grito” deste jurista para a Humanidade reformular a sua acção.

Noção de limite

Olhar o oceano e ver a sua grandiosa imensidão, olhar para o céu e não perceber onde termina são exemplos de actos que nos dão uma noção (errada) de infinito. A isto o autor dá o nome de “presunção de inesgotabilidade”. Desenvolvemos uma falsa segurança de que a biosfera não tem fim e de que temos liberdade para usufruir dela o quanto quisermos.

Só recentemente (e digo em relação à história da humanidade) é que começa a ser evidente a acção do Homem na Terra. Só de há uns anos para cá é que se vêem fotografias de lagos tingidos por fábricas com peixes mortos a boiar, imagens de satélite do buraco de ozono, resultados de estudos sobre cancro de pele, entre outros. Quero com isto dizer que a realidade se tornou real para o Homem, talvez um pouco tarde demais para a natureza.

“O que os olhos não vêem, o coração não sente” é um ditado popular antigo, que se aplica ao que quero dizer. Com a Revolução Industrial, o fabrico em massa ficou tão facilitado que o acesso às coisas se tornou trivial. As pessoas começaram a ter mais conforto e acesso a coisas que não existiam antes, e isso era (e ainda não deixou de o ser) o mais importante. Não era visível a poluição da fábrica X ou Y, não se pensava que por comprar um produto, centenas de animais e plantas sofriam consequências por isso.

É recente a exposição e consciencialização desta consequência do acto humano, é pena é que já vamos atrasados e precisamos correr para evitar que os nossos actos se tornem irreversíveis. Mas para piorar a situação, para além de termos sido os grandes responsáveis pela destruição do único planeta em que vivemos, somos tantos a opinar que nunca mais revolvemos nada. Estamos atrasados e não nos mexemos.

Neste ponto, Paulo Magalhães ajuda-me a reforçar a ideia: “Esta evolução tem estado profundamente marcada por um impasse histórico de um mundo que sabe que tem de mudar, mas que para todos os efeitos ainda não mudou.”.

E assim, as previsões não são as mais animadoras. Ora, se estamos estagnados a tentar prever o que pode acontecer, quais os efeitos de determinadas acções, a calcular em quantos graus vai aumentar a temperatura da atmosfera global e em quanto tempo, a que velocidade, etc. é impressão minha ou, para isto, estamos a usar e abusar da tecnosfera e a destruir ainda mais os outros dois sistemas?

Qual é a divergência? 

Se o interesse é de todos, se todos precisamos deste planeta, porquê tantas divergências?

Os líderes governamentais preocupam-se com a economia e com a política global, puxando sempre “a sardinha à sua brasa” mas não entendem que se não pararem, daqui a alguns anos já não vão ter com o que se preocupar porque a Terra se vai tornar inabitável e não há um planeta B!

A resposta vai sempre convergir ao mesmo ponto: as soberanias. A ideia mais forte e talvez mais utópica de Paulo Magalhães é que tem de se acabar com hierarquias e adoptar um sistema de igualdade. É perceber que somos um.

 “E tudo falha quando se separa o que é uno.” – Esta ideia é quase um pré-requisito para aqueles que querem realmente tomar medidas eficazes.

* as citações são todas de Paulo Magalhães

Condomínio da Terra

Posted in Quercus por Susana Rodrigues em 18 de Dezembro de 2009

O conceito de “Condomínio da Terra” surgiu na cabeça de Paulo Magalhães em 2002, quando o navio Prestige se afundou ao largo da costa da Galiza. O facto de os espanhóis terem mandado o navio para as águas portuguesas, “para lá de uma linha que não existe” sem se lembrarem que as fronteiras são imaginárias e o petróleo ia para os dois lados, fê-lo repensar o modelo jurídico existente.

Ainda com este assunto em mente, Paulo Magalhães chegou a casa e tinha uma conta de condomínio para pagar de uma obra numa parte comum do prédio, das quais nem ia beneficiar directamente.

Juntando as ideias, foi assim que nasceu o conceito “Condomínio da Terra”.

A ideia pode parecer utópica num mundo construído sobre a soberania dos Estados e a separação “do que é meu e do que é teu” mas, para o jurista, não se pode tentar resolver um problema – as alterações climáticas – com a mesma lógica que levou ao seu aparecimento. Conclui que a única alternativa dos homens é entenderem-se, e tal como num condomínio, em que os vizinhos não são todos amigos, mas têm interesse em manter as escadas limpas e o elevador a funcionar, reconhecer que há partes comuns.

A solução apresentada por Paulo Magalhães é “pensar global, agir local”, e ser a sociedade civil a dar o exemplo aos Estados.

São já várias as figuras públicas que apoiam este projecto, entre as quais: Silvia Alberto (no vídeo), Blasted Mechanism, Rui Reininho, Fernando Alvim, Ana Deus, Paulo Praça, Simão Praça, entre outros.

Quercus e Continente aliados na reciclagem de rolhas de cortiça

Posted in Quercus por Susana Rodrigues em 18 de Dezembro de 2009

Entrega de rolhas no Continente da Guia

É no próximo dia 21 de Novembro, pelas 11h da manhã, que o Agrupamento de Escuteiros de Faro irá entregar no Continente da Guia, no Algarve, rolhas de cortiça para reciclagem.

Os escuteiros recolheram as rolhas nos restaurantes da região, e serão entregues numa cerimónia em que estarão presentes representantes da Quercus – Associação Nacional da Conservação da Natureza, do Continente e do Agrupamento de Escuteiros de Faro.

A iniciativa de reciclar rolhas de cortiça é da Quercus, que lançou o projecto pioneiro “Green Cork” no início de 2009 e conta com o apoio dos hipermercados Continente.

É a primeira campanha de recolha de resíduos para reciclagem, cujos proveitos económicos revertem apenas para o financiamento de acções de conservação da natureza.

 Começou com o intuito de alertar para a importância da preservação e manutenção dos sobreiros, cujo papel ambiental e social é de extrema importância, quer na conservação de biodiversidade, quer na retenção de dióxido de carbono da atmosfera.

A campanha pretende abranger mais superfícies num futuro próximo, de forma a facilitar a entrega por parte de todos os cidadãos e assim prevenir o desperdício de cortiça.

Para mais informaçãoes visitar: http://greencork.wordpress.com/

Campanha internacional “350” em Gaia e em Lisboa

Posted in Quercus por Susana Rodrigues em 18 de Dezembro de 2009

Gaia e Lisboa foram palco de acções pelo clima

No dia da acção climática, 24 de Outubro, ambientalistas de todo o mundo reuniram-se para dar voz a uma acção pelas alterações climáticas

Tendo como objectivo principal alertar o mundo para o problema das alterações climáticas, no passado dia 24 de Outubro várias organizações de todo o mundo reuniram-se para dar voz a esta causa.

Em Portugal as principais acções decorreram em Gaia e em Lisboa. Na cidade nortenha, a ponte D. Luís foi cenário de uma concentração de pessoas que deram vida ao número 350, alçando telas e compondo um “350” humano junto da zona emblemática da cidade. De igual forma decorreu em Lisboa, junto ao Padrão dos Descobrimentos.       

A acção representou o contributo português no dia Global da Acção Climática e que envolveu mais de cinco mil acções, em 181 países e teve como objectivo principal chamar a atenção dos principais líderes internacionais que irão reunir-se na Dinamarca para discutir o futuro do planeta e tentar chegar a um consenso no Acordo de Copenhaga.

A 350 apela a que este acordo vá de encontro às necessidades actuais do planeta e para que os envolvidos tomem iniciativas determinantes e eficazes.

“Criar Bosques” com os Blasted Mechanism

Posted in Quercus por Susana Rodrigues em 18 de Dezembro de 2009

Exemplo de Press Release – Campanha Criar Bosques

Posted in Quercus por Susana Rodrigues em 18 de Dezembro de 2009

ACÇÃO DE REFLORESTAÇÃO NA LEZÍRIA CONTA COM PRESENÇA DE PRESIDENTE DA AUTORIDADE FLORESTAL NACIONAL

 

Com a organização da Quercus/Condomínio da Terra, da Associação dos Beneficiários da Lezíria Grande e a JF de Vila Franca de Xira realiza esta segunda-feira mais uma acção no âmbito do projecto “Criar Bosques”

No âmbito da celebração do Dia Ibérico da Floresta Autóctone, que se comemora amanhã, dia 23 de Novembro, a Quercus/Condomínio da Terra, a Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira e a CP – Comboios de Portugal, no âmbito do “Projecto Criar Bosques”, estabeleceram um acordo com vista à realização de uma acção de plantio, sob o lema “Apadrinha 1 Árvore – Reposição da Floresta Autóctone”.

Esta acção insere-se no projecto “Criar Bosques” www.criarbosques.org,, que conta com o Alto Patrocínio do Senhor Presidente da República, e contará com a presença do Eng. António Rego, presidente da Autoridade Florestal Nacional, e de muitas outras personalidades públicas Embaixadoras Condomínio da Terra, como Rui Reininho, Sílvia Alberto, Paulo Praça, Simão Praça, André Indiana e Ana Deus.

Amanhã, o evento que terá lugar na Lezíria Grande, ilha de 14.000 hectares entre o Rio Sorraia e o Rio Tejo, pelas 11 horas é o segundo que a Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira leva a cabo, numa organização conjunta com o Condomínio da Terra e a Associação dos Beneficiários da Lezíria Grande.

O objectivo destas iniciativas traduz-se na reposição de espécies autóctones e na valorização das florestas, pelos serviços que estas prestam ao Homem e à Natureza.

Parceira da iniciativa, a CP disponibiliza condições especiais para a deslocação de quem se queira participar na acção.

Para usufruir destas condições especiais, os participantes terão que aceder ao Site da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira, aonde deverão efectuar a sua inscrição na Acção de Plantio.

Animação Multimédia

Posted in Uncategorized por Susana Rodrigues em 14 de Dezembro de 2009

Montagem para Animação e Multimédia

Posted in Uncategorized por Susana Rodrigues em 14 de Dezembro de 2009

CURTAS

Posted in Uncategorized por Susana Rodrigues em 3 de Abril de 2009

Segunda-feira, 16 de Março

1.       Criança desaparecida é sobrinha de Simão Sabrosa.

O menino de 4 anos desaparecido em Matosinhos desde o passado Domingo, continua sem aparecer. As buscas foram hoje pausadas e serão retomadas na terça-feira.

2.       Bebé cai de quinto andar e fica em coma

A bebé, de 19 meses, vive num 5º andar com os pais e a irmã, em Felgueiras. Sobreviveu a uma queda de 5 andares, mas com ferimentos graves e encontra-se em coma.

3.       Acidente na EN3 provoca um morto

Choque em cadeia na EN3, em Santarém, provocou a morte de uma mulher de 65 anos e o seu marido ficou ferido gravemente. No acidente estavam envolvidas duas carrinhas e um pesado que transportava gasolina.

 

 

 

 

Terça-feira, 17 de Março

1.       Segurança privada é novo negócio em Portugal

O aumento da criminalidade fez aparecer um novo negócio em Portugal: o da segurança privada. Em 2008 registaram-se mais 11609 vigilantes do que em 2007, e o medo dos assaltos está na origem desta procura.

2.       Fritzl esconde a cara e nega homicídio

Começou o julgamento do homem que violou e manteve em cativeiro a filha mais velha, durante 24 anos. O austríaco acusado nega que é culpado e esconde a cara ao sair do tribunal.

3.       Trabalhadores enganados

Trabalhadores acusam a empresa Moredo Prestige de os ter enganado. Adiantaram dinheiro para ir trabalhar para Angola e estão à espera há meses, com a desculpa dos vistos não serem dados. Estes homens exigem o seu dinheiro de volta, os passaportes e que se faça justiça.

 

 

 

Quarta-feira, 18 de Março

 

 

1.       Proibida a projecção de fotos, vídeos e sons no Parlamento

Começa a haver receios acerca da utilização imprópria dos aparelhos audiovisuais, por parte dos deputados e por isso, a conferência de líderes decidiu impor a partir de ontem, limites ao uso dos novos sistemas de projecção digital do Parlamento.

2.       Aluna agride professora

Estudante, de 13 anos, agride professora e afirma só se ter defendido: “Dei-lhe um estalo depois de ela me bater”. O incidente aconteceu na Escola EB 2,3 Aires Barbosa, em Esgueira, Aveiro.

3.       Obama procura alternativas para bloquear bónus da AIG

O escândalo continua a criar polémica e o Presidente dos EUA assegurou ontem, dia 17, que vai procurar “todo e qualquer caminho legal” para bloquear o pagamento de 165 milhões de dólares (127 milhões de euros) em bónus aos executivos da seguradora.

 

 

 

Quinta-feira, 19 de Março

 

1.       900 mil já estão “a contrato”

Os contratos a termo e a prestação de serviços têm vindo a subir “a um número alarmante”, segundo o Instituto da Estatística. No ano passado, atingiu 902 mil pessoas, o que significa um aumento de 52% em 10 anos. Cada vez há menos portugueses efectivos.

2.       Famílias com desempregados vão ter 50% de redução na prestação da casa

A medida foi apresentada hoje pelo Primeiro-Ministro, durante o debate quinzenal na Assembleia da República e visa apoiar as famílias durante este período extraordinário de crise. José Sócrates falou ainda em apoios a estudantes cujos pais estejam desempregados.

3.       Fritzl confessou tudo

O “monstro de Amstetten” surpreendeu toda a gente ao mudar as suas afirmações iniciais. Admitiu-se culpado de todos os crimes de que foi acusado e diz que mudou de opinião ao ver o vídeo do depoimento da filha, que violou durante 24 anos e com quem teve 7 filhos.

 

Sexta-feira, 20 de Março

1.       Mário Machado em prisão preventiva

O Tribunal Central de Instrução Criminal decretou hoje, 20 de Março, prisão preventiva ao líder nacionalista Mário Machado e mais quatro arguidos. São suspeitos, entre outros crimes, de associação criminosa, ofensa à integridade física e tráfico de droga.

2.       PJ de Leiria detém 16 pessoas por fraude fiscal

A Polícia Judiciária de Leiria anunciou hoje que 53 pessoas foram constituídas arguidas no âmbito de um processo de fraude fiscal, que resultou na produção de uma facturação falsa no valor de 15,2 milhões de euros. 16 dos 53 arguidos foram detidos, ficando sujeitos a medidas de coacção.

3.       Insónias afectam 1 em cada 3 portugueses

A propósito do Dia Mundial do Sono que se comemora a 20 de Março, Marta Gonçalves, presidente da Associação Portuguesa do Sono , alerta para as consequências da falta de sono. Este problema afecta cerca de 30% da população portuguesa e, só em 2008, gastou-se 80 milhões de euros só em território nacional.

 

 

 

Segunda-feira, 23 de Março

1.       Violência em bairro de Rio Tinto

Um jovem morreu após ter sido espancado por vizinhos e iniciou-se uma onda de ajustes de contas no bairro onde ele vivia, em Rio Tinto. Liliana, vizinha da vítima, manifestou a sua revolta para com a família do agressor e levou um pontapé na barriga. A jovem está grávida, o que revoltou ainda mais a população.

2.       Fugitivo sequestra ex-companheira

Irene Sanos, de 54 anos esteve sequestrada por mais de 10 horas e foi ameaçada várias vezes com uma faca. A mulher foi levada à 01h00 de ontem (22 de Março) de sua casa em Espariz, Tábua, por um ex-companheiro, que tinha fugido da cadeia de Coimbra.

3.       Universitários correm às bolsas de acção social

O actual estado de crise e o aumento do desemprego explicam o aumento de pedidos de bolsas de acção social que se fez sentir no sector público. Trás-os-Montes, Minho, Porto e Coimbra ilustram o estado da crise e não escondem que a tendência é a piorar.

 

Terça-feira, 24 de Março

1.       Esmeralda recusa visita do casal que a criou

Estava marcada para ontem, 22, pelo Tribunal da Sertã, uma visita ao casal que criou a pequena Esmeralda. Uma birra da menina deixou o casal 3 horas à espera. O general Luís Gomes aponta a culpa para Baltazar Nunes, pai biológico da menina que disse que não obrigaria a filha a sair de casa.

2.       Cáritas alimenta cada vez mais famílias

Cada vez há mais famílias carenciadas a recorrer aos pedidos de ajuda da Cáritas. Este argumento levou à criação de novas respostas sociais, criação de novos refeitórios para responder ao número de pedidos. Vales de supermercado e refeições ao domicílio são também estratégias já postas em prática.

3.       Mais de 60 mil perdem o emprego em um mês

Fim de contratos e despedimentos colectivos estão a deixar no desemprego milhares de pessoas todos os dias. Só nos primeiros meses de 2009, 131 mil portugueses inscreveram-se no Instituto do Emprego e de Formação Profissional (IEFP).

 

 

 

Quarta-feira, 25 de Março

1.       Polícia Judiciária investiga origem de fogo no Gerês

A PJ está a investigar a origem do incêndio que durante 36 horas devastou 400 hectares de floresta e destruiu árvores centenárias, em Terras de Bouro, Gerês.

2.       Separar condenados de presos preventivos

É a proposta do governo para os estabelecimentos prisionais: separar condenados de presos preventivos. Aveiro, Coimbra, Leiria, Caldas da Rainha e Torres Novas vão avançar já com a implementação do Projecto de Reorganização, apresentado pelo Ministro da Justiça, Alberto Costa e pela Directora dos Serviços Prisionais, Clara Albino.

3.       Governo paga 80% dos salários aos trabalhadores têxteis

O Governos vai pagar 80% do salário dos trabalhadores do sector têxtil, quando as empresas tiverem a produção parada. Esta medida faz parte do plano de apoio ao desenvolvimento das Industrias da Moda e vai garantir 60% da cobertura dos seguros de crédito das empresas exportadoras.

 

Quinta-feira, 26 de Março

1.       Bombeiros: metade não apaga chamas

Apesar de existirem 43 mil bombeiros espalhados pelas 400 corporações de bombeiros, estima-se que na prática esse número fique pela metade. Os dados foram revelados pelo Presidente da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários (APBV), Paulo Jesus.

2.       Taxas mais altas para pensionistas trabalhadores

As pensões de invalidez e de velhice de aposentados que exerçam uma actividade profissional vão estar sujeitas a um aumento da taxa contributiva para a Segurança Social, a partir de 1 de Outubro de 2009.

3.       Metro do Porto em falência

A Empresa do Metro fechou em 2008, por falência técnica. No relatório de contas, aprovado esta quarta-feira, reitera-se a insuficiência de apoio do Estado ao projecto (como maioritário accionista), que só avança com empréstimos bancários.

 

 

 

Sexta-feira, 27 de Março

1.       Menino de 12 anos afinal não é pai

O insólito caso, publicado em Fevereiro, que falava de um rapaz de 12 anos que seria pai de uma criança, foi agora refutado por testes de ADN. Chantelle Stedman, a mãe de 15 anos, deu à luz em Fevereiro e a família sempre acreditou que Alfie era o pai do bebé.

2.       Avelino ferreira torres absolvido de todas as acusações

Depois de quase um ano de julgamento, Avelino Ferreira Torres foi absolvido dos seis crimes (corrupção, peculato de uso, abuso de poder e extorsão) de que era acusado. “Esta decisão fundamenta-se na prova produzida nesta sala e não no que se diz lá fora e no inquérito”, afirmou a juíza presidente Teresa Silva.

 

3.       Adolescentes consomem mais álcool

Os jovens portugueses estão a consumir cada vez mais álcool e em grandes quantidades. O problema é tão grave que o presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência, João Goulão, vai apresentar este ano ao Ministério da Saúde um plano nacional do álcool que, entre outras medidas, propõe o aumento da idade legal da venda e consumo de bebidas dos 16 para os 18 anos.

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